Sistema digestivo: importância, doenças comuns e como cuidar

O sistema digestivo se estende da boca até o ânus e é responsável por processar os alimentos, extrair os nutrientes e eliminar os resíduos não-digeríveis. Como pode imaginar, a função desses órgãos é essencial para o seu bem-estar e depende de hábitos saudáveis no dia a dia. 1

Por esse mesmo motivo, distúrbios e sintomas desagradáveis no trato gastrointestinal são tão frequentes. A azia, por exemplo, está entre os três males autolimitados que mais motivam pacientes a procurar atendimento médico. 2,3

Infelizmente, fatores socioambientais e questões individuais podem aumentar o risco de doenças. Dessa forma, é vital consumir informações para entender como cuidar da saúde do aparelho digestivo. 2,3

Neste post, traremos um guia completo sobre o sistema digestivo, que irá abordar todos os seus órgãos, funções, doenças, sintomas e métodos de cuidado mais indicados. Continue lendo!

Resumo:

  • O sistema digestivo é formado pelos órgãos do trato gastrointestinal - boca e glândulas salivares, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, reto e ânus - além de pâncreas, fígado e vesícula biliar, que participam da digestão, mas ficam fora desse conjunto. 1,4
  • Na prática, o aparelho digestivo é responsável por receber, processar e quebrar os alimentos, com o intuito de obter suas vitaminas, minerais e demais nutrientes. Esse material é essencial para a manutenção das funções biológicas relacionadas ao metabolismo, produção de energia e imunidade. 1,4
  • As doenças mais comuns do sistema digestivo são indigestão, constipação, síndrome do intestino irritável, gastrite, doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), esofagite, pancreatite, doença celíaca, cálculos na vesícula e infecções bacterianas. 5
  • Para cuidar da saúde do sistema digestivo, é bom manter o peso corporal em níveis saudáveis, seguir uma dieta balanceada, praticar atividades físicas, ingerir bastante líquidos, consumir fibras, desenvolver bons hábitos alimentares e fazer acompanhamento médico de rotina. 3,4

O que é o sistema digestivo?

O sistema digestivo é o conjunto de órgãos do corpo humano que atuam na digestão dos alimentos e na absorção de nutrientes essenciais. É composto pelo trato gastrointestinal, que se estende da boca até o ânus, além de órgãos que estão fora do aparelho digestório, mas participam de suas funções, como o fígado, o pâncreas e a vesícula biliar. 1,4

Em uma abordagem simplificada, pode compreendê-lo como uma sequência de órgãos ocos, unidos por um tubo. De uma ponta a outra, o trato gastrointestinal é composto por: 1,4

  • boca e glândulas salivares;
  • esôfago;
  • estômago;
  • intestino delgado;
  • intestino grosso;
  • reto e ânus.

A maioria dos órgãos do aparelho digestivo está acomodado na cavidade abdominal. Nesse espaço, recebem suporte frontal da parede do abdômen, enquanto o apoio posterior cabe à coluna vertebral. Acima do conjunto fica o diafragma. Na parte inferior, o trato gastrointestinal repousa sobre os órgãos e músculos pélvicos. 1,4

É relevante apontar que a conexão entre o cérebro (sistema nervoso central) e o aparelho é poderosa. Fatores psicológicos influenciam diretamente a incidência de sintomas e doenças do sistema digestivo. 1,4

Além disso, você deve considerar que as funções desses órgãos não se limitam à digestão, pois contribuem para a produção de hormônios e fatores de coagulação sanguínea. Simultaneamente, ajudam a eliminar toxinas do sangue e participam da metabolização de medicamentos. 1,4

Quais são os órgãos do sistema digestivo?

Conforme mencionado, o sistema digestivo é formado pelo trato gastrointestinal e órgãos adjacentes que ajudam na digestão. Nesse cenário, a composição do aparelho é a seguinte: 1,4

  1. boca e glândulas salivares;
  2. esôfago;
  3. estômago;
  4. pâncreas;
  5. fígado;
  6. vesícula biliar;
  7. intestino delgado;
  8. intestino grosso;
  9. reto e ânus.

1. Boca e glândulas salivares

A boca e as glândulas salivares formam a zona inicial do trato gastrointestinal. É por esse canal que começa a jornada da comida pelo processo de digestão. Ao mastigar os alimentos com os dentes, você começa a processá-los, transformando-os em partes menores e mais fáceis de serem quebradas. 1,4

As glândulas salivares, como o nome sugere, produzem a saliva. Esse fluido aquoso e transparente é um tipo de suco digestivo, que serve para umedecer e facilitar o transporte dos alimentos. Quando você engole, a musculatura da língua empurra o conteúdo da boca para a parte posterior da garganta, até chegar ao esôfago. 1,4

Qual a função da boca no sistema digestivo?

A função da boca no sistema digestivo é moer e quebrar os alimentos em partículas menores, para facilitar a digestão. Além disso, a saliva deixa a massa úmida e mais fácil de transportar. A secreção também inicia a quebra das moléculas da comida, pois contém enzimas que iniciam o processamento dos amidos. 1,4

2. Esôfago

O esôfago é um tubo muscular revestido por mucosa que fica na região da garganta. O órgão conecta a boca ao estômago e usa movimentos peristálticos automáticos para transportar os alimentos, assim que você os engole. 1,4

Essa movimentação é involuntária, controlada por impulsos cerebrais que estimulam os músculos do esôfago e empurram a comida até a cavidade estomacal. A saliva e o muco são secreções que auxiliam nesse processo. 1,4

Nas extremidades desse tubo, existem esfíncteres que controlam a abertura e fechamento do esôfago. Esses anéis reforçados controlam a entrada dos alimentos e servem para impedir que o conteúdo do estômago retorne à garganta. 1,4

3. Estômago

O estômago é um órgão muscular, oco e com um formato que lembra um grão de feijão. É formado por quatro partes, conhecidas como cárdia, fundo, corpo e antro.  1,4

Na parte superior, o estômago armazena os alimentos e acomoda-os para aguardar a digestão. Em seguida, na região inferior, a musculatura contrai e relaxa continuamente, a fim de triturar os alimentos e misturá-los aos ácidos e enzimas do suco gástrico. 1,4

A parede estomacal contém um revestimento de muco que a protege de lesões causadas pelo excesso de acidez, que é necessária para realizar a digestão.  1,4

Os principais elementos do suco gástrico, além do muco, são o ácido clorídrico e o precursor da pepsina. São essas substâncias que dissolvem os alimentos, decompõem as vitaminas, minerais e proteínas, e asseguram a absorção dos nutrientes. 1,4

4. Pâncreas

O pâncreas produz um suco digestivo com enzimas que auxiliam na quebra de carboidratos, gorduras e proteínas. Esse órgão fica fora do aparelho digestivo e é conectado por tubos que transportam essa secreção até o intestino delgado. 1,4

Além disso, o pâncreas é capaz de secretar bicarbonato de sódio, para proteger o duodeno (porção inicial do intestino delgado) da acidez do suco gástrico. Por fim, participa da produção de hormônios importantes para o funcionamento do corpo: 1,4

  • insulina: reduz o açúcar no sangue ao absorvê-lo para dentro das células;
  • glucagon: aumenta o açúcar no sangue ao regular a ação do fígado;
  • somatostatina: regula a liberação de insulina e glucagon conforme as necessidades do organismo.

5. Fígado

O fígado participa de múltiplas funções essenciais para o organismo. No processo de digestão, é responsável por produzir a bile, um fluido rico em enzimas que servem para ajudar na quebra e absorção de gorduras e vitaminas específicas. 1,4

Essa secreção é armazenada na vesícula biliar até ser transportada para o intestino delgado, onde cumpre suas funções digestivas. 1,4

6. Vesícula biliar

A vesícula biliar é uma bolsa conectada ao fígado e ao intestino delgado por meio de tubos, conhecidos como ductos biliares. Sua função é armazenar a bile entre as refeições e regular a liberação para o intestino conforme a necessidade do corpo. 1,4

7. Intestino delgado

O intestino delgado é formado pelo duodeno, jejuno e íleo. O órgão recebe os alimentos do estômago e mistura-os aos sucos gástricos que recebe do pâncreas, do fígado e da vesícula biliar, para prosseguir com a digestão e absorção dos nutrientes. 1,4

Quando está pronto para receber a comida, envia impulsos para iniciar o esvaziamento do estômago. Ao atingir sua capacidade máxima, o duodeno sinaliza para interromper o processo temporariamente.

Além dos sucos digestivos, a parede intestinal libera muco e água. Esses componentes lubrificam a mucosa e alteram gradualmente a consistência do conteúdo intestinal, que é transportado pelo aparelho digestivo por meio de movimentos peristálticos. 1,4

Antes do bolo alimentar chegar ao intestino grosso, o delgado absorve a maior parte dos nutrientes e líquidos. 1,4

8. Intestino grosso

O intestino grosso recebe o que sobrou dos alimentos, uma massa formada por água e partículas mais difíceis de digerir. Para processar esse material, o órgão conta com a ajuda de bactérias capazes de decompor os resíduos alimentares, que formam a flora ou microbiota intestinal. 1,4

O funcionamento do intestino grosso conclui a digestão dos alimentos, ao mesmo tempo que produz gases e outras substâncias importantes, como a vitamina K, por exemplo. 1,4

Por fim, após o intestino delgado absorver a maior parte da água da massa intestinal, o órgão transforma esse conteúdo em bolo fecal, que será transportado para o reto e eliminado pelo ânus. 1,4

9. Reto e ânus

O reto é uma câmara na parte final do intestino grosso, onde são armazenadas as fezes. Assim, quando o corpo fornece impulsos que despertam a necessidade de evacuar, é possível controlar a musculatura do ânus para eliminá-las. 1,4

Principais doenças do sistema digestivo

Agora que você já conhece as funções dos órgãos que formam o trato gastrointestinal, é hora de conferir as doenças do sistema digestivo. Nesse contexto, as mais comuns são: 5

  1. indigestão (dispepsia);
  2. constipação;
  3. síndrome do intestino irritável (SII);
  4. gastrite;
  5. doença do refluxo gastroesofágico (DRGE);
  6. esofagite;
  7. pancreatite;
  8. doença celíaca
  9. cálculos na vesícula.

1. Indigestão (Dispepsia)

A indigestão, também conhecida como dispepsia, é caracterizada pelo desconforto estomacal, geralmente após as refeições. Há casos em que os sintomas incluem queimação, ardência e acidez excessiva, mas as principais queixas incluem acúmulo de gases, inchaço e sensação de estufamento na barriga. 6

As causas mais comuns de indigestão são: 6

  • refeições muito grandes;
  • consumo de bebidas alcoólicas, café e refrigerantes em excesso;
  • uso de medicamentos que irritam o estômago;
  • hábito de comer muito rápido, sem mastigar os alimentos de forma adequada;
  • consumo de alimentos gordurosos em excesso;
  • transtornos de ansiedade e estresse;
  • distúrbios gastroesofágicos secundários.

2. Constipação

A constipação é uma condição funcional que acontece quando não se consegue evacuar os intestinos pelo menos três vezes por semana. Nesse cenário, as fezes podem ficar secas, duras e empelotadas, o que causa dificuldades para defecar. 7

Consequentemente, pode ocorrer: 7

  • dor abdominal;
  • gases;
  • dor ao evacuar;
  • estufamento da barriga.

3. Síndrome do Intestino Irritável

A Síndrome do Intestino Irritável é um conjunto de sintomas repetitivos de irritação no trato intestinal. Essa condição pode afetar o bem-estar e a frequência de evacuação. Entre as queixas mais comuns do quadro, destacam-se: 8

  • diarreia;
  • constipação;
  • dores abdominais;
  • gases;
  • alterações e anomalias do movimento intestinal.

Em geral, esses problemas ocorrem sem danos ou doença aguda do sistema digestivo. As causas da SII são desconhecidas e o tratamento é definido pelo método de tentativa e erro. 8

4. Gastrite

A gastrite é uma inflamação que afeta a membrana mucosa do estômago, uma camada de tecido fino que reveste o interior desse órgão e ajuda a protegê-lo dos ácidos do suco gástrico. Quando essa barreira sofre danos, fica sensível à acidez e desenvolve os sinais de inflamação. 9

A causa mais comum da gastrite é a infecção pela bactéria Helicobacter pylori. Em relação aos sintomas, pode provocar: 9

  • sintomas de indigestão;
  • dor no estômago;
  • sangramentos;
  • mau hálito;
  • azia.

5. Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE)

A doença do refluxo gastroesofágico é uma condição caracterizada pelo retorno do conteúdo do estômago para o esôfago, o que inclui resíduos de alimentos e sucos gástricos. Essa mistura apresenta acidez elevada e pode causar lesões severas no ducto que vai até a boca. 10

Tanto em episódios agudos de refluxo quanto na DRGE (doença crônica), os sintomas incluem: 10

  • azia (pirose);
  • regurgitação ácida;
  • gosto azedo ou amargo no fundo da garganta;
  • náusea;
  • vômito;
  • dor.

6. Esofagite

Esofagite é a inflamação do esôfago, geralmente na membrana que reveste as paredes do tubo que conecta a boca ao estômago. Geralmente, a condição provoca: 11

  • dor;
  • queimação;
  • irritação;
  • mal-estar;
  • dificuldade para engolir;
  • náusea;
  • halitose;
  • tosse;
  • rouquidão.

Entre os fatores que causam a esofagite, podemos citar o uso de medicamentos que irritam o estômago, infecções do trato digestivo, alergias alimentares e os episódios de refluxo gastroesofágico. 11

7. Pancreatite

A pancreatite é uma inflamação crônica (longo prazo) ou aguda (curto prazo) dos tecidos que formam o pâncreas. Nos casos mais simples, o mal-estar dura poucos dias e é fácil de tratar. Porém, nos casos mais complexos e persistentes, pode causar danos permanentes ao órgão. 12

Os sintomas de pancreatite mais comuns são: 12

  • dores no abdômen superior, que podem irradiar para as costas;
  • náusea;
  • vômito;
  • febre;
  • aumento da frequência cardíaca;
  • perda de peso sem motivo aparente.

8. Doença celíaca

A doença celíaca é uma condição crônica de natureza imunológica. É uma forma de alergia desencadeada pelo consumo de alimentos que contêm glúten. O quadro pode causar danos ao intestino delgado e prejudicar o funcionamento padrão do sistema digestivo, inclusive pode impedir a absorção completa dos nutrientes que ingere. 13

9. Cálculos na vesícula

Os cálculos vesiculares são pequenas pedras que se formam no interior da vesícula biliar. Em geral, essas partículas são compostas por células de gordura e/ou bilirrubina. Podem bloquear os ductos biliares e causar um quadro de dor intensa e severa na parte superior do abdômen. 14

Principais sintomas de distúrbios no aparelho digestivo

Ao considerar as doenças do sistema digestivo, podemos listar os sintomas mais comuns: 2-14

  • queimação;
  • azia;
  • digestão lenta;
  • acidez estomacal excessiva;
  • dor abdominal;
  • mau hálito;
  • náusea;
  • vômito;
  • sabor amargo no fundo da boca;
  • gases
  • arrotos;
  • rouquidão;
  • dificuldade para engolir;
  • dificuldade para evacuar;
  • diarreia;
  • perda de apetite;
  • regurgitação ácida.

Normalmente, episódios agudos e raros de desconforto não são motivo de preocupação. Porém, se sofre desse mal-estar com frequência, é necessário ligar o alerta e procurar atenção médica. 2-14

Como cuidar bem do aparelho digestivo?

Muitas doenças do aparelho digestivo são silenciosas e a melhor forma de combatê-las é por meio da prevenção e adoção de um estilo de vida mais saudável. Assim, você consegue estimular e proteger o funcionamento do trato gastrointestinal. Confira nossas dicas! 2,4,5,15

1. Manter o peso corporal em níveis saudáveis

O peso corporal é um fator associado aos distúrbios gástricos. Nesse quesito, sobrepeso e obesidade por períodos prolongados representam os cenários de maior risco. A situação fica ainda pior caso leve uma vida sedentária ou tenha uma dieta rica em alimentos gordurosos. 2,4,5

Para diminuir o risco, vale a pena investir em medidas para manter o peso sob controle e em níveis adequados. Você não precisa ficar obcecado por emagrecer ou por padrões de beleza, o foco é ser saudável. 2,4,5

2. Planejar a dieta e cuidar da alimentação

Quando se fala em dieta, a maioria das pessoas pensa em restrição e passar vontade. Mas não é o caso, uma dieta saudável é planejada para atender as demandas nutricionais do organismo, com boa variedade de tipos de comida, porções adequadas e muito sabor. 2,4,5,15

3. Desenvolver bons hábitos alimentares

Comer bem vai além do que coloca no prato. Assim, para evitar problemas digestivos, é importante melhorar os seus hábitos alimentares. Nesse contexto, é essencial: 2,4,5

  • fazer refeições menores e com intervalos mais curtos entre uma e outra;
  • mastigar bem os alimentos;
  • preferir alimentos leves, naturais e fáceis de digerir, principalmente à noite.

4. Fazer exercícios físicos com regularidade

Praticar atividades físicas regularmente é essencial para cuidar da saúde e estimular o funcionamento adequado do organismo. Entre os múltiplos benefícios de levar uma vida mais ativa, podemos incluir a melhora da digestão e a redução no risco de problemas gastrointestinais. 2,4,5

Fazer exercícios estimula o metabolismo e a produção de hormônios, fatores que regulam as funções biológicas mais importantes, inclusive a digestão e a frequência de evacuação. 2,4,5

5. Evitar comidas que fazem mal e são difíceis de digerir

Se você come um alimento e esse não cai bem no estômago, é melhor riscá-lo do cardápio. Cada pessoa pode apresentar dificuldades para processar comidas específicas. Portanto, vale observar o que faz mal para o estômago e diminuir o seu consumo. 2,4,5

Além disso, é bom diminuir a ingestão de substâncias e comidas que são conhecidas por irritar o trato gastrointestinal, como: 2,4,5

  • comidas apimentadas;
  • alimentos industrializados e ultraprocessados;
  • conservas;
  • alimentos ricos em açúcares;
  • bebidas alcoólicas;
  • café;
  • refrigerantes.

6. Evitar hábitos alimentares ruins

Apenas para reforçar a importância de desenvolver bons hábitos alimentares, vamos exemplificar atitudes que prejudicam o funcionamento do sistema digestivo. Veja o que não deve fazer: 2,4,5

  • comer rápido demais;
  • engolir sem mastigar bem a comida;
  • passar muito tempo em jejum;
  • consumir frituras, alimentos industrializados e fast-food em excesso;
  • limitar os ingredientes que inclui no cardápio;
  • fazer refeições muito grandes;
  • comer alimentos pesados e se deitar em seguida.

7. Beber bastante líquidos

Para manter a saúde do organismo e repor os fluidos que se perde no dia a dia, é importante beber pelo menos dois litros de água por dia. Além disso, reforçamos que é bom preferir sucos naturais e água, em vez de tomar refrigerantes, café e bebidas alcoólicas em excesso. 2,4,5

8. Consumir quantidades adequadas de fibras

As fibras alimentares são carboidratos não-digeríveis que estimulam o funcionamento intestinal. Esses nutrientes passam pelo intestino delgado e chegam até o intestino grosso, onde são fermentadas e regulam a retenção de líquido no bolo alimentar. 16

Consequentemente, são essenciais para completar o esvaziamento do cólon e ajudar na evacuação. Além disso, são úteis para regular a absorção de glicose e gordura.  16

9. Fazer acompanhamento médico e exames de rotina

Para finalizar, não deixe de realizar exames de rotina e fazer o acompanhamento da saúde do sistema digestivo com o médico. O gastroenterologista pode identificar sinais de alerta e antecipar o diagnóstico de distúrbios silenciosos, além de indicar os melhores tratamentos para o que precisar. 2,4,5

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1. Manual MSD. Considerações gerais sobre o sistema digestivo. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/dist%C3%BArbios-digestivos/biologia-do-sistema-digestivo/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-o-sistema-digestivo. Acesso em fevereiro/2025.


2. Johns Hopkins Medicine. Digestive disorders. Disponível em: https://www.hopkinsmedicine.org/health/wellness-and-prevention/digestive-disorders. Acesso em fevereiro/2025.


3. Conselho Federal de Farmácia. Guia de prática clínica: sinais e sintomas do trato gastrointestinal - Azia (acidez/ pirose) e dispepsia. Disponível em: https://www.cff.org.br/userfiles/Azia%20-%20Profar.pdf. Acesso em fevereiro/2025.


4. National Institutes of Health. Your Digestive System & How it Works. Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/digestive-diseases/digestive-system-how-it-works. Acesso em fevereiro/2025.


5. National Institutes of Health. Digestive Diseases. Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/digestive-diseases. Acesso em fevereiro/2025.


6. Manual MSD. Indigestão. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-digestivos/sintomas-de-dist%C3%BArbios-digestivos/indigest%C3%A3o#Avalia%C3%A7%C3%A3o_v1533658_pt. Acesso em novembro/2024.


7. National Institutes of Health. Constipation. Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/digestive-diseases/constipation. Acesso em fevereiro/2025.


8. National Institutes of Health. Irritable Bowel Syndrome (IBS). Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/digestive-diseases/irritable-bowel-syndrome. Acesso em fevereiro/2025.


9. National Institutes of Health. Gastritis & Gastropathy. Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/digestive-diseases/gastritis-gastropathy. Acesso em fevereiro/2025.


10. National Institutes of Health. Acid Reflux (GER & GERD) in Adults. Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/digestive-diseases/acid-reflux-ger-gerd-adults. Acesso em fevereiro/2025.


11. Cleveland Clinic. Esophagitis. Disponível em: https://my.clevelandclinic.org/health/diseases/10138-esophagitis. Acesso em fevereiro/2025.


12. National Institutes of Health. Pancreatitis. Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/digestive-diseases/pancreatitis. Acesso em fevereiro/2025.


13. National Institutes of Health. Celiac Disease. Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/digestive-diseases/celiac-disease. Acesso em fevereiro/2025.


14. National Institutes of Health. Gallstones. Disponível em: https://www.niddk.nih.gov/health-information/digestive-diseases/gallstones. Acesso em fevereiro/2025.


15. NHS. Good foods to help your digestion. Disponível em: https://www.nhs.uk/live-well/eat-well/digestive-health/good-foods-to-help-your-digestion/. Acesso em fevereiro/2025.


16. Catalani, LA, Kang EMS, Dias MCG, et al. Fibras alimentares. Rev Bras Nutr Clin 2003;18(4):178-82. Disponível em: https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-federal-de-vicosa/parasitologia-humana/artigo-fibras-alimentares/17915269. Acesso em fevereiro/2025.


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