O que é epigastralgia? 9 possíveis causas + como tratar + dicas

O epigástrio é a região central do abdômen superior, popularmente conhecida como “boca do estômago”. Apesar do apelido, a parte da barriga entre as costelas e o umbigo pode abranger outros órgãos. Agora, você sabe o que é epigastralgia? 1,2

Trata-se do termo médico que descreve a dor epigástrica ou na boca do estômago, que pode se manifestar com pontadas, queimação, sensação de estufamento, entre outros sintomas.

Geralmente, não é motivo de preocupação e pode passar sem intervenção. Porém, há condições médicas mais sérias que podem desencadear esse mal-estar, logo, não é bom ignorar os sinais indefinidamente. ²

Nesse post, explicamos a conceituação básica da dor epigástrica, sintomas relacionados, causas comuns e tratamentos recomendados. Além disso, separamos dicas para prevenir gatilhos comuns de problemas gastrointestinais. Confira!

Resumo:

  • Epigastralgia é a nomenclatura médica da dor epigástrica na região apelidada de “boca do estômago”, que compreende o abdômen superior, entre as costelas e o umbigo. 1, 2
  • O epigástrio abrange vários órgãos, inclusive esôfago, estômago, pâncreas, fígado, vesícula e parte do intestino. 1 ,2
  • As causas mais comuns são gastrite, indigestão, dispepsia funcional, refluxo gastroesofágico, esofagite e pedra na vesícula. Além dessas, o quadro pode se manifestar ou se agravar a partir de transtornos de ansiedade e estresse, hábitos alimentares excessivos, obstruções, câncer e, raramente, problemas cardíacos. 1, 2, 4 ,5

O que é epigastralgia?

A epigastralgia se caracteriza como dor ou desconforto de moderado a intenso na região do epigástrio. Afeta a parte central do abdômen superior, entre as costelas e o umbigo. Popularmente, é chamada de dor na boca do estômago, e está presente em quadros de sintomas bastante comuns. ¹, ²

Durante a gravidez, esse tipo de incômodo é relativamente comum, devido ao desenvolvimento do feto. Entre os gatilhos mais rotineiros, vale citar indigestão, dispepsia funcional, refluxo, gastrite e outros distúrbios do sistema digestivo. 1, 4

Para obter um diagnóstico preciso e indicações adequadas ao tratamento da epigastralgia, procure atendimento médico especializado, preferencialmente com um gastroenterologista. 2

Quais são os sintomas de epigastralgia?

Por definição, a epigastralgia é um sintoma, não uma doença. Contudo, ao considerar as causas e os gatilhos prováveis, podemos estabelecer que o quadro costuma acompanhar 2, 3:

  • queimação;
  • acidez;
  • arrotos;
  • gases;
  • náusea;
  • cólicas;
  • sensação de estufamento.

Em outros casos, pode ocorrer vômito, diarreia, distensão abdominal e pontadas latejantes. A lista de sintomas que apresenta, bem como a ordem e a maneira com que se manifestam, oferecem bons indicativos sobre a causa do problema.

9 possíveis causas para a epigastralgia

1. Dispepsia funcional

A dispepsia funcional é uma forma crônica de indigestão, geralmente sem causa “mecânica” aparente. Nesse caso, os sintomas são reais e observáveis. Contudo, não é possível determinar o gatilho do quadro inflamatório. 4

Existem duas formas principais de dispepsia funcional 5:

  • síndrome de dor epigástrica: conjunto de sintomas que afeta apenas o abdômen superior, e inclui dor e queimação;
  • síndrome do desconforto pós-prandial: fase do mal-estar que ocorre após as refeições e pode provocar náusea, inchaço e sensação antecipada de estômago cheio.

2. Indigestão

A indigestão é a forma tradicional de dispepsia, quando os gatilhos e as causas são facilmente identificáveis. Essa condição pode ser aguda, provocada por refeições volumosas, consumo de álcool ou uso de medicamentos que irritam o estômago. 1, 2, 4

Por outro lado, indigestão crônica (dispepsia recorrente), pode resultar de esvaziamento gástrico lento, úlceras, infecções bacterianas, refluxo e outras causas comuns. 4

3. Refluxo gastroesofágico

O refluxo gastroesofágico é uma doença com sintomas recorrentes, que pode fazer com que o conteúdo do estômago suba pelo esôfago. Nessas condições, é possível sentir queimação, hiperacidez, enjoo, irritação e um gosto amargo no fundo da garganta. 1, 2

4. Esofagite

A esofagite é a inflamação do tecido conjuntivo que reveste o esôfago. Em muitos casos, é uma das consequências do refluxo, pois o ácido estomacal pode lesionar as paredes do duto que leva os alimentos até o estômago. 1, 2

5. Pedra na vesícula

A presença de cálculos ou pedras na vesícula biliar pode causar cólicas no epigástrio, especialmente se o órgão estiver inflamado ou obstruído. Nessa condição, além de dor intensa após as refeições, é possível notar perda de apetite, amarelamento da pele (icterícia), gases e inchaço. 2 ,4 ,5

6. Fatores psicológicos

Problemas relacionados à saúde mental podem manifestar sintomas físicos e, muitas vezes, afetam o trato gastrointestinal. Desse modo, distúrbios de estresse, ansiedade e depressão atuam tanto como causas quanto agravantes da epigastralgia. 2

7. Hábitos alimentares excessivos ou prejudiciais

Certas atitudes e hábitos alimentares podem irritar os órgãos e tecidos da região epigástrica. Nesse contexto, as possíveis causas da epigastralgia são 2 4:

  • comer demais;
  • comer muito rápido e sem mastigar direito os alimentos;
  • consumir em excesso alimentos indigestos, condimentados e/ou gordurosos, como embutidos, ultraprocessados, frituras e comidas picantes;
  • passar muitas horas sem comer;
  • consumir excessivamente bebida alcoólica, café e/ou refrigerantes.

8. Gastrite

A gastrite é a inflamação da parede estomacal, hipersensibilizada após exposição ao suco gástrico. É similar à esofagite, mas, nesse caso o órgão atingido é, especificamente, o estômago. 1 ,2

9. Outros

Além desses fatores, a epigastralgia pode surgir em casos de 1,5:

  • Gravidez;
  • Infecção por bactéria H.pylori;
  • Infecção na bexiga;
  • Obstruções nos intestinos ou nos dutos biliares;
  • Hérnias, úlceras e câncer;
  • Síndrome do intestino irritável;
  • Distúrbios hepáticos;
  • Problemas cardíacos.

Qual o tratamento indicado para a epigastralgia?

O tratamento da epigastralgia acompanha o diagnóstico feito pelo gastroenterologista. Em casos moderados e esporádicos, pode aguardar que os sintomas passem sozinhos ou usar um antiácido para amenizar o desconforto. Porém, a automedicação não é recomendada, principalmente porque a condição pode resultar da ingestão de certos medicamentos. 1, 2, 4

Fora isso, vale a pena investir em medidas preventivas, dietas equilibradas e hábitos alimentares mais saudáveis, pois minimizam os riscos de distúrbios gastrointestinais variados. 2

4 dicas para prevenir dores abdominais

1. Adote uma boa dieta para epigastralgia

Uma dieta saudável pode amenizar, controlar e prevenir sintomas. Em geral, vale aumentar o consumo de frutas, vegetais, cereais integrais, leite desnatado, carnes magras e peixes. Se necessário, peça um plano alimentar para seu médico. 2, 1

2. Evite passar muito tempo em jejum

Passar muito tempo em jejum pode causar sensibilidade no trato digestivo e desencadear reações adversas quando finalmente se alimentar. Procure comer em intervalos menores, intercalando as refeições principais com pequenos lanches e snacks. 3 ,4

3. Coma porções menores e mastigue bem os alimentos

Conforme mencionado, refeições muito grandes podem causar desconforto e epigastralgia, pois superam o limite de volume aceitável para o estômago. Nesse caso, planeje a dieta com mais cuidado e não exagere no tamanho da porção ingerida. Além disso, sempre mastigue bem os alimentos antes de engolir. 3

4. Cuide da sua saúde mental

Distúrbios psicológicos podem ter consequências físicas, portanto, é essencial cuidar da sua saúde mental, assim como do corpo. Estresse, ansiedade e depressão são problemas reais, que podem ser tratados com terapia e medicação. 2, 4

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